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"O seu animal na moda"

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18 de dez de 2012

Roupas de Festa


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11 de nov de 2012

Norberto


Esse é Norberto  que está pronto para dormir com seu pijama Miau au Fashion quentinho e confortável.










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16 de out de 2012

Cãomihada


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26 de set de 2012

Idosa quer doar 26 cães que correm risco de serem sacrificados

Edna Holanda tem 73 anos e é servidora federal aposentada. Apaixonada por animais, ocupa seu tempo cuidando de 26 cachorros dentro da sua própria casa como se fossem seus filhos. Após ter tomado conta dos animais por 15 anos, ela terá que pôr fim a relação de dedicação construída ao longo de todo esse tempo. Por problemas de saúde, e principalmente pela insatisfação dos vizinhos, que se transformou em uma denúncia do Ministério Público e gerou uma recomendação para que a aposentada desfaça dos seus cães.

Foram constatados problemas de poluição sonora e de insalubridade pelo Centro de Zoonoses de João Pessoa em fiscalização na casa de idosa no último dia 10 de setembro. Desde então, a Promotoria do Meio Ambiente pode determinar a decidir a qualquer momento pela retirada imediata dos animais.

Para não ter que entregar os seus cães ao Centro de Zoonoses, dona Edna e sua irmã, Socorro Holanda, de 77 anos, recorreram à ONG Associação de Proteção Animal Amigo Bicho (Apaab). Há mais de 10 dias a ONG iniciou uma campanha de adoção dos cães de dona Edna. Até esta segunda-feira (24) tinha sido adotados apenas oito.

Socorro Holanda explica que a possibilidade da retirada dos animais a qualquer momento para o Centro de Zoonoses de João Pessoa tem deixado sua irmã aflita. “Ela cuida muito bem dos cachorros. São todos muito bem tratados, mas nós da família sabemos que a situação de saúde dela não é das melhores, nem o local é o mais adequado. Foi muito difícil para ela tomar esta decisão de doar os cães, mas ela acredita que é melhor entregar para pessoas que também gostem de cachorros, que vão cuidar tão bem quanto ela, do que levarem para o Zoonoses”, comentou Socorro. Ela disse ainda que a irmã gasta por mês, somente com a alimentação dos cães, cerca de mil reais.

Para a integrante da Apaab, Maribel Amengual, a ideia de levar os cachorros de Dona Edna para o Centro de Zoonoses da capital é inconcebível, uma vez que são todos sadios. “A população tem que entender que o Centro de Zoonoses não é abrigo, não é depósito. Se um cão sadio chega até lá e não é adotado em três dias, o Centro é obrigado a sacrificá-lo. Por isso nossa pressa em fazer com que esses cães sejam adotados”, explicou.

Conforme o laudo técnico de inspeção do Setor de Denúncias e Fiscalização do Zoonoses, apesar dos problemas de insalubridade e poluição sonora do local, todos os cães se mostraram perfeitamente sadios. Os interessados em adotar devem entrar em contato com dona Socorro pelo número (83) 3235-1032 e marcar uma visita para escolher o animal.

Garantia de prazo para adoção

O objetivo da ONG é garantir que o Ministério Público dê um prazo de 30 a 90 dias para que dê tempo dos animais serem adotados. “Precisamos de mais tempo, só em cerca 15 dias foram adotados oito, acredito que com pelo menos mais 30 nós conseguiremos encontrar pessoas para adotarem o restante. Iremos conversar com o Ministério Público para que a situação seja resolvida de maneira amigável entre todos os envolvidos”, ressaltou Maribel Amengual.

O zootecnista do Centro de Zoonoses de João Pessoa, Ronaldo Lima, afirmou que os funcionários do local não têm poder de polícia e não pode de maneira alguma tirar os animais da casa da aposentada à contra gosto.

“Recebemos as denúncias, checamos, e procedendo recomendamos as intervenções necessárias para que os problemas encontrados sejam normalizados. Infelizmente, este problema vem se protelando a quase um ano e nada foi feito para que fosse regularizado. Neste caso, especificamente, se tratam de animais sadios, e que podem ser adotados”, completou Lima.

Fonte: G1 Nenhum comentário:

Gato ‘rouba’ objetos de vizinhos e se torna sucesso na internet

Um gato cleptomaníaco chamado Denis roubou mais de cem objetos de seus vizinhos na Inglaterra. As informações são do Huffington Post.

O jornal The Sun informou que Denis, de 18 meses de idade, trouxe para sua casa uma toalha de banho, uma bola de futebol, cinco pincéis, um par de chinelos, uma camisa cara, uma boneca e luvas para a sua tutora envergonhada, Lesley Newman.

Ele também levou um par de sapatos, um casaco, um brinquedo de borracha para cães, dezenas de pares de meias, panos de prato, sete esponjas de lavar carros, uma boneca Barbie, um brinquedo infantil, e luvas de boxe.

Denis tem um carinho especial por roubar roupas íntimas masculinas. “Ele rouba apenas cuecas boxer”, Lesley disse à BBC.

Divertidamente apelidado de “Denis Pimentinha” por seus vizinhos, o gato começou a roubar objetos quando era filhote. Ele roubou uma meia de um vizinho na primeira semana em que saiu de casa para dar uma volta, com apenas seis meses de idade, informou o Daily Mail.

Em apenas um mês depois da primeira operação, a pilha de pares de meias de Denis aumentou para mais de cinco, e logo dobrou de tamanho.

O maior objeto que já roubou foi uma toalha de banho, e o mais caro foi uma camiseta polo de marca.

Em uma ocasião memorável, ele levou um dos pés de um par de sandálias femininas de uma casa da vizinhança – e voltou uma semana depois para pegar o outro pé.

“Eu percorri o rastro para descobrir quem era a dona das sandálias e vi que Denis teve que escalar dois metros para pegá-las”, Lesley disse ao Daily Mail.

Lesley mantém os itens roubados – agora mais de 100 – em caixas, para que sejam recuperados caso alguém apareça em sua porta para reclamar propriedade.

“Nunca tentei parar o comportamento dele, prefiro que ele traga objetos que animais mortos”, brincou Lesley em entrevista ao The Sun. “Ele normalmente deixa os objetos próximos à porta da frente mas algumas vezes ele traz as coisas na minha cama enquanto estou dormindo. Obviamente, ele pensa que esses itens são presas que ele caçou”.

Os vídeos de Denis em ação fizeram com que ele se tornasse um sucesso na Internet, e ganhou uma página no Facebook, uma conta no Twitter e uma linha de camisetas com sua imagem, informa a BBC.

Os lucros obtidos com a venda das camisetas será destinado à ONG Homeless Cat Rescue Bedfordshire, que resgata e cuida de gatos abandonados.

Assista ao vídeo de “Denis, the Menace” (Denis Pimentinha) sendo pego em flagrante:
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Caçadores americanos matam 41 ursos no Canadá

Em seu último dia de sessão antes da eleição, o Senado americano esteve pressionado para discutir uma questão relacionada a animais: 41 carcaças de ursos polares que caçadores queriam levar p xpgayjxe. seamaster katsellaara casa, do Canadá, como “troféus de caça”.

Harry Reid, do Partido Democrata, insistiu que o Senado desse prioridade a aprovar a Lei que valida a intenção dos caçadores, antes que o Senado entrasse em recesso. Os republicanos alegaram que os democratas pediram prioridade a este assunto em detrimento de outros assuntos que consideram mais importantes, como o aumento de impostos e o corte de gastos, para beneficiar ao Senador Jon Tester, candidato a reeleição.

O Senado havia aprovado um projeto de lei semelhante em abril. Nele, Tester propôs uma lei que permitiria mais caça e pesca em terras federais, e os caçadores poderiam atravessar locais onde a caça não é permitida, incentivando agências federais a cooperar com o estado e autoridades locais para manter campos de tiro e condições para a caça.

A discussão no momento é se os caçadores poderão adentrar nos Estados Unidos com as 41 carcaças de ursos mortos por eles no Canadá, uma vez que uma lei de 2008 proibiu o cruzamento de fronteira com corpos de ursos. O Serviço de Vida Selvagem e Marinha lista os ursos como espécie ameaçada.

Tester acredita que seja aceitável permitir que algumas pessoas tragam corpos de ursos polares mortos como troféus para os Estados Unidos.

Michael Markarian, da Humane Society dos Estados Unidos, critica a medida. “Os impactos cumulativos de se incentivar esta matança mais e mais são contrários à Lei de Conservação Americana”, disse ele Nenhum comentário:

12 de set de 2012

Como usar corretamente a palavra NÃO

Muitos donos de cães nos relatam que seus pets não sabem o sentido da palavra "não". Inclusive, parecem até que entendem o contrário, pois mesmo ouvindo o "não" continuam fazendo o comportamento errado e, muitas vezes, ficam até mais entusiasmados depois de ouvir a bronca! Isso acontece pois realmente o cão não sabe o que o "não" quer dizer, porque não foram ensinados apropriadamente.

Como todo comando, o "não" também deve ser ensinado. Primeiramente, é importante entender o que essa palavra significa. Para muitos, é simplesmente uma bronca, uma palavra para sinalizar que o cão ficará de castigo se continuar tendo um comportamento errado. Mas o "não" deve passar a seguinte mensagem: "Você não vai conseguir o que você quer, portanto pare!". Como fazer o animal entender isso? Com o cão usando guia e coleira, você pode fazer um rápido treino, jogando um petisco no chão, fora do alcance do cachorro. Assim que ele tentar pegar a comida, e a guia esticar, diga "não"! – se assegurando que ele não conseguirá pegar o petisco. Desta forma, estamos mostrando, sem sustos, medo ou violência, o que o "não" significa: "Você não vai conseguir pegar o petisco". Repita o exercício algumas vezes, e lembre-se de recompensar o pet se ele não tentar mais pegar a comida do chão. Esse exercício pode ser repetido em outras situações, como ao passar por uma porta, por exemplo. Se seu cão sair em disparada, assim que a guia esticar fazendo com que ele não passe pela porta, fale o "não". Se ele não tentar passar, lembre-se de recompensá-lo! Frustrando as tentativas do animal de fazer algo errado, ensinamos limites de forma clara e gentil.

Agora seu pet já sabe o que significa o "não", seguem abaixo mais algumas dicas que ajudarão você e seu amigo a se entenderem melhor:

• O "não" deve ser dito antes de o cão realizar o comportamento errado, não depois que já fez. Por exemplo: não adianta dar a bronca depois que o cachorro já subiu no sofá, mas sim quando ele ainda está no chão, prestes a pular;

• Evite falar o "não" à toa. Um exemplo é quando estamos muito distantes de um cão para evitar um comportamento errado, e começamos a gritar "não!! não!!". Neste caso, é provável que o cãozinho nem relacione a sua bronca com o comportamento indesejado;

• Cuidado para não usar o nome do seu cão junto à bronca. "Totó, não!! Não, Totó!!!". Logo, ele irá associar que seu nome também tem uma característica punitiva, e poderá até evitar vir quando chamado, pois entende que fez algo errado;

• Lembre-se de que muitos cães têm comportamentos errados, pois só assim conseguem a atenção das pessoas. Um exemplo é o pet que percebe que, sempre ao pular no sofá, alguém aparece para dar um bronca e tirá-lo de lá. Se o cãozinho deseja interação, passará a repetir o comportamento errado, ignorando o não, pois conseguiu o que queria — a atenção de alguém. Por isso, além de ensinar o significado do "não", é ainda mais importante ensinar comandos e comportamentos substitutos, para que o cachorro chame atenção das pessoas e seja recompensado pelos comportamentos certos.

A metodologia do Adestramento Inteligente visa recompensar os comportamentos desejados para que eles ocorram com mais frequência, e impedir ou interromper os comportamentos errados, para que esses parem de acontecer. Nunca interrompa ou puna seu cão de forma brusca, violenta ou agressiva. Lembre-se de que, focar nas atitudes corretas é a melhor forma de ensinar comportamentos corretos e duradouros ao seu amigo de quatro patas!

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Texto: Juliana Yuri (Adestradora da Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

Conheça mais sobre os serviços da Cão Cidadão acessando nossa página oficial no facebook:http://www.facebook.com/caocidadaooficial.

Fonte:  http://noticias.r7.com/blogs/dr-pet/
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11 de set de 2012

Os animais na tragédia do 11 de Setembro de 2001


O cão Sirius, único animal não humano listado entre as vítimas do 11/09/2001, com David Lim. Foto: Shaggydogstories.com

Os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001 ao World Trade Center, nos EUA, estão completando 11 anos e, desde então, a cada dia 11 de Setembro o mundo inteiro relembra o episódio. O número de vítimas humanas foi estimado em 2.996 pessoas, incluindo os 19 sequestradores. Segundo a Wikipedia, o número de feridos foi de 6.291, e 411 pessoas morreram trabalhando no resgate, incluindo bombeiros, policiais e paramédicos.

Mas, e os animais? Quase não há notícias sobre animais envolvidos ou afetados pela tragédia. Seguem abaixo as histórias de quatro cães que ficaram conhecidos por trabalhos importantes em salvamento e resgate das vítimas dos ataques, e a história de Sirius, o único cão que teve a morte divulgada pela imprensa.

As cadelas Salty e Roselle

Salty e Roselle eram duas cachorras da raça Labrador, que trabalhavam como cães guia e estavam com seus tutores no World Trade Center durante os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Ambas guiaram os seus tutores e outras pessoas para fora das torres em chamas antes que elas desabassem. As informações são da Wikipedia.





Roselle com Michael Hingson, e Salty com Omar Rivera. Foto: Wikipedia

Salty foi treinada como cão guia para deficientes visuais em 1998 pela Guiding Eyes for the Blind, de Yorktown Heights, em Nova Iorque. Parte de seu treinamento incluía caminhar pelo metrô de Nova Iorque e andar em meio ao movimentado tráfego do Bronx. O deficiente visual Omar Rivera foi apresentado a Salty por sua instrutora, Caroline McCabe-Sandler.

Quando ocorreram os ataques de 11 de Setembro, Salty e Omar estavam no 71° andar. Omar estava trabalhando para a empresa Port Authority, na Torre 1 do World Trade Center.

Recusando-se a sair de perto do tutor, Salty o conduziu em segurança, juntamente com a supervisora de Omar, Donna Enright. Na metade do caminho, uma colega de trabalho, com a intenção de ajudar, tentou tomar a guia de Salty, mas a cachorra não permitiu. Foi leal até no momento mais crítico: não queria deixar de guiar Omar.

Salty faleceu em 28 de março de 2008.

Roselle nasceu em San Rafael, na California, em 1998, na empresa Guide Dogs for the Blind. Ela se mudou para Santa Barbara, para ser criada por Kay e Ted Stern. Após crescida, voltou para a Guide Dogs para ser treinada como cão guia. Roselle e seu tutor, Michael Hingson se encontraram em novembro de 1999, quando ela passou a ser sua guia.

Ela estava dormindo sob a mesa de Michael no 78° andar da Torre 1 no World Trade Center quando o ataque começou. Quando o avião se chocou com o prédio, quinze andares acima, Roselle acordou e, calmamente, guiou Michael pela escadaria abaixo, apesar da fumaça, da confusão e do barulho ao redor dela.

Ela levou o tutor e mais trinta pessoas por 1463 degraus abaixo, até que saíssem da Torre. Quando haviam descido metade do caminho, passaram pelo bombeiro que passou a ajudá-los, e conta-se que Roselle parou por um momento para cumprimentá-lo.

A descida levou cerca de uma hora. Após terem saído da Torre 1, a Torre 2 desabou, e detritos voaram para todos os lados. Michael disse, mais tarde: “Enquanto todos corriam em pânico, Roselle permaneceu totalmente focada em seu trabalho; pedras caíam ao nosso redor e sobre nós, mas ela ficou calma”.

Quando saíram do prédio, a cachorra guiou Michael até uma estação de metrô, onde ajudou também uma mulher que havia ficado cega devido a estilhaços decorrentes da explosão. Assim que chegaram em casa, Roselle imediatamente começou a brincar com Linnie, o cão “aposentado” que havia sido o anterior guia de Michael, como se nada de grave tivesse acontecido.

Após os ataques, Michael mudou de carreira. De gerente de vendas de uma empresa de computadores, passou a trabalhar como Diretor de Relações Públicas da Guide Dogs. Michael e Roselle apareceram em inúmeros programas de TV, e compareceram a muitos eventos.

Em 2004, Roselle foi diagnosticada com uma doença chamada “trombocitopenia”, que ficou sob controle com a ajuda de remédios. Em março de 2007, deixou de trabalhar como guia, pois os medicamentos começaram a afetar os seus rins. Ela continuou a viver com Michael, que passou a utilizar um novo cão guia. Em junho de 2011, Michael notou algo errado com Roselle e a levou ao veterinário, onde descobriram que ela estava com uma úlcera estomacal.

Ela morreu dois dias depois, em 26 de junho de 2011.

Salty e Roselle receberam a medalha Dickin Medal , da ONG People’s Dispensary for Sick Animals , no dia 05 de março de 2002.

A citação dizia: “Em homenagem pela lealdade aos seus tutores, por terem guiado-os corajosamente para um local seguro por mais de setenta andares do World Trade Center durante os ataques terroristas de 11 de Setembro”.

Além deste reconhecimento, Salty e Roselle também receberam uma congratulação da Associação Guide Dogs for the Blind, com o prêmio “Partners in Courage” (Parceiros na Coragem).

Em memória de Roselle, o tutor Michael escreveu um livro chamado “Thunder Dog: The True Story of a Blind Man, His Guide Dog, and the Triumph of Trust at Ground Zero” , e o lucro obtido nas vendas foi revertido em fundos para uma ONG que atua junto a pessoas com deficiência visual.

Neste mesmo ano, Roselle ganhou o título póstumo de Heróina Canina Americana do Ano de 2011 pela Humane Society dos Estados Unidos.

O cão Appollo

Appollo era um cão da raça Pastor Alemão, nascido em 1992, que trabalhava para o Departamento de Polícia de Nova Iorque (NYPD). Em 1994, ele terminou o treinamento em buscas e resgate. Ele trabalhava junto ao agente Peter Davis. As informações são da Wikipedia.

Peter e Appollo trabalharam nas operações de resgate de vítimas dos ataques terroristas de 11 de Setembro. Eles chegaram ao World Trade Center quinze minutos após o incidente, sendo que Appollo foi o primeiro cão de resgate a chegar ao local do colapso. Ele quase morreu nas chamas e com a queda de escombros, mas sobreviveu e resistiu bravamente.


Appollo e Peter Davis, no dia dos ataques. Foto: Wikipedia

Assim como Salty e Roselle, Appollo recebeu a medalha “Dickin Medal”. A citação dizia:

“Pela coragem incansável a serviço da humanidade durante as operações de busca e resgate em Nova Iorque e Washington, no dia 11 de Setembro de 2001, e após. Fiel a palavras de ordem e não se intimidando com a tarefa, o trabalho do cão e a devoção sem medida ao dever ficam como um testemunho de amor às vítimas e aos feridos”.

Appollo também recebeu o prêmio do American Kennel Club, em 2001. Foi homenageado também no evento Westminster Kennel Club Dog Show, em 2002, juntamente com outros cães de resgate da NYPD.

Apollo faleceu em novembro de 2006.

Sirius, o cão morto sob escombros

Na manhã de 11 de Setembro de 2001, a dupla responsável por detectar explosivos no World Trade Center – composto pelo Sargento David Lim e por Sirius, um cão Labrador – estava em sua base na Torre Sul quando o primeiro avião bateu na Torre Norte. David colocou Sirius no canil e correu para a Torre danificada para verificar o que havia acontecido, ainda sem saber exatamente qual tinha sido o problema. As informações são da Global Animal.

David afirma ter dito a Sirius, antes de sair: “Acho que estamos encrencados”, pois achava que ambos haviam falhado em detectar algum explosivo nos prédios. “Eu logo voltarei para você”, disse David.

Mas antes que David retornasse, os acontecimentos se seguiram, a Torre Sul desabou seguida da Torre Norte, e ele ficou preso no quarto andar com seis bombeiros e uma pessoa ferida. Todos foram resgatados cinco horas depois.


Pintura de Sirius por Debbie Stonebraker. Foto: Downtown Express

David “voltou” para Sirius no dia 22 de janeiro de 2002, quando os restos mortais do corpo do cão foram descobertos no canil, sob os escombros.

“De certa forma, eu tive sorte; tantas pessoas não encontraram os corpos que procuravam”, disse David, acreditando que Sirius foi tratado com alguma dignidade assim como todos as vítimas que tiveram seus corpos encontrados. “Eles o trataram como o fizeram com as pessoas – com todas as honras. Eu apreciei isto.”

No funeral de Sirius, que ocorreu em Abril de 2002 no Liberty State Park, compareceram 400 pessoas, vindas de todo o país.




Memorial em homenagem a Sirius, no Canadá. Foto: Reprodução

A lembrança de Sirius permanece. O cão ganhou um memorial no Canadá, com uma pintura feita pela artista Debbie Stonebraker, e vários sites na Internet foram criados em sua homenagem.

Sirius não era um cão detector de bombas como os outros. “Ele era carinhoso. Parecia um cão de colo, mesmo pesando quase 50 kg”, lembra David. “Ele era muito metódico…Era uma delícia vê-lo trabalhando”.

A energia de Red no Pentágono


A cachorra Red, em meio aos escombros no dia 11 de Setembro. Foto: Reuters/Molly Riley

Red foi a cachorra de raça Labrador que ficou famosa por ajudar na operação de salvamento que ocorreu no Pentágono. Logo após o avião 77 da American Airlines colidir, Red já estava a trabalho. Ela tinha 18 meses de idade e somente alguns anos depois foi certificada como cão de resgate. As informações são da Reuters e do The Baltimore Sun.

Ela fazia buscas entre os escombros com uma energia que surpreendeu o agente que trabalhava com ela, Heather Roche.

“No início eu pensei que ela não teria sucesso como cão de resgate, pois achava que ela não tinha uma personalidade adequada para isso, mas me enganei, ela trabalha perfeitamente”, disse Heather à Reuters TV.

“Os cães trabalhavam duro. Red e eu estávamos no turno diurno, no calor, doze horas sob o sol”, acrescenta Heather, que também informou que os cães dormiam pesado após o trabalho, mas na manhã seguinte já estavam dispostos e puxando as suas guias, como que pedindo para voltar.

Red continuou trabalhando como cão de resgate junto a Heather, e foi “aposentada” em 2011, porém ainda participa de algumas missões pois, segundo o tutor, ela gosta de trabalhar.

Tal como os humanos que presenciaram as tragédias como vítimas ou voluntários, certamente os cães também ficaram com seqüelas físicas e emocionais, mas não se sabe ao certo quais foram.

Sobre os mais de 300 cães que trabalharam nas operações do World Trade Center e do Pentágono por semanas após os atentados, os tratadores apenas afirmam saber que “eles também deram uma parte deles mesmos”.

Os animais em último plano

É um tanto inevitável nos perguntarmos se, em um desastre de tão grandes proporções e em uma área tão vasta, realmente apenas um cão tenha morrido como vítima direta da tragédia. Centenas de cães foram utilizados nas buscas e no resgate dos atentados, e é difícil acreditar que nenhum outro cão além de Sirius tenha sido vitimado em meio aos escombros. Não se tem notícia de quantos cães ficaram feridos, ou de outros animais de todas as espécies que tenham morrido nas imediações, pelo simples fato de estarem próximos.

Desconhecimento à parte – e realmente nunca conseguiremos saber o que houve com os animais, de fato, no episódio como um todo – o PETA divulgou em seu site no ano passado uma nota em lembrança aos animais indiretamente afetados: “…todos os gatos, cães, pássaros, hamsters, peixes, e outros animais de companhia que esperaram em vão pelo retorno de seus tutores amorosos que perderam as suas vidas naquele dia”.

A ONG também fez uma menção aos que ficaram presos dentro de apartamentos na chamada “Red Zone” (área de isolamento).


Foto: PETA

Na ocasião, o PETA recebeu telefonemas de pessoas desesperadas para buscar seus animais amados após terem sido impedidos de retornar para suas casas que ficaram isoladas. Imediatamente, os ativistas enviaram uma equipe de resgate para Nova Iorque.

Daphna Nachminovitch, a Vice Presidente do PETA que esteve à frente da operação, diz que sempre irá se lembrar da destruição e do desamparo. “Era um caos total. Nós lutamos para ultrapassar várias barreiras e impedimentos para alcançar os animais que precisavam de nós – e cujos tutores estavam desesperados para recuperá-los. Nós imploramos para superintendentes e bombeiros para que trouxessem alguns animais para fora, mas muitos pereceram. Tentamos cuidar de alguns animais traumatizados em um local improvisado, e procuramos unir os tutores e seus animais. São imagens que ficarão para sempre ardendo em nossa memória”.

O PETA também resgatou mais de 100 tartarugas de um mercado em Chinatown. E presenciou a operação no Pentagono, também colaborando com cães que foram utilizados para procurar sobreviventes em meio aos estilhaços de vidro e metais retorcidos.

O dia 11 de Setembro foi uma tragédia para todos os seres e, como todas as guerras, continua a afetar a humanidade até hoje. É um motivo para se lembrar a importância do respeito ao próximo, independente de espécie, raça, cor, gênero, nacionalidade, crença ou religião, e o quanto a falta desse respeito acarreta apenas em danos irrecuperáveis a todos. Nenhum comentário:

1 de set de 2012

Cadeira de rodas para animais – Como fazer?



A cadeira de rodas traz conforto e mobilidade aos animais que sofreram algum tipo de acidente, foram maltratados, ou até mesmo aos que nasceram com deficiência por algum problema genético e por isso perderam a capacidade de andar normalmente.

O custo de uma cadeira de rodas deste tipo é muito alto. Pensando em uma maneira de solucionar este problema, a ambientalista e protetora dos animais, Scheyla Bittencourt, desenvolveu uma cadeira de duas rodas para os animais com dificuldade.

“As cadeirinhas possibilitam que o tutor devolva ao animal a oportunidade de se movimentar, auxiliando na reabilitação”, esclarece Bittencourt. Ela completa dizendo que “o equipamento serve para valorizar o animal deficiente e provocar a reflexão sobre temas como abandono, guarda responsável, lealdade e respeito aos animais em quaisquer circunstâncias”.

Materiais Necessários:

- Tubo de PVC ¾” 2 m;

- Cotovelo PVC ¾” 90º 8 un;

- Te PVC ¾” 4 un;

- Cap PVC ¾” 2 un;

- Luva PVC 3/4″ 2 un;

- Rodinha de carrinho de feira 2 un;

- Prego ou parafuso grande para eixo da rodinha 2 un;

- Pano para o assento;

- Fita para prender no peito;

- Cola para tubo de PVC peq.



Montagem:

É necessário lembrar que devem ser tiradas as medidas exatas do cachorro que usará a cadeira e ir fazendo os ajustes necessários para que ela fique adequada ao seu tamanho. Se o animal for muito grande, devem ser usadas conexões maiores. As emendas são feitas com pequenos pedaços de tubo com 1,5cm. As patas do cachorro devem ficar com livre movimentação e encostadas no chão na posição natural. O eixo da roda deve ser adaptado na ponta do Cap, sendo furado e colado.


Embora o PVC tenha longa vida útil e uma durabilidade de mais de 50 anos ele é 100% reciclável, sendo assim, existem milhares de maneiras para transformar este material em algo novo e diferente. Por que não reaproveitá-lo de maneira a beneficiar um animal necessitado?

FONTE: http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1523/aprenda_a_fazer_uma_cadeira_de_rodas_para_caes_reutilizando_o_pvc/

Com informações da ONG AnimaiS.O.S

Agradecimentos : Ciclo Vivo e Ong Animais S.O.S.

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Fonte:http://web.cursoszooterapia.com.br Nenhum comentário:

Dieta Natural para Perda de Peso em Cães


Introdução


A obesidade canina já é a doença nutricional mais freqüente nos países desenvolvidos, com uma prevalência na faixa de até 44%. Mesmo no Brasil, em capitais como São Paulo, o índice de cães gordinhos é alarmante.


E a má notícia é que muitos donos não percebem; ou pior, banalizam a obesidade de seus companheiros caninos. Pensam que o cão está é “forte”, que ele fica “mais bonito assim”, que esse é “o porte esperado para a raça”. Tenho visto até mesmo filhotes obesos, o que é ainda mais preocupante.


Freqüentemente chamam a minha atenção para a “magreza” dos meus cães. Mas meus cães não estão magros. É esperado que cães no peso certo apresentem uma cinturinha, quando observados de cima. É normal as costelas serem palpáveis. Ué, com pessoas no peso ideal também não é assim?


Aliás, é curioso que em relação ao ser humano todo mundo reconheça que manter o peso ideal não é apenas uma questão de estética, mas de saúde. Paradoxalmente, permitimos que nossos cães engordem, mesmo sabendo que assim eles estão sujeitos às mesmas doenças dos humanos gordinhos: diabetes, artroses, etc.


Se você tem um cachorro que está acima do peso, não encare esse artigo como um puxão de orelha. E sim como uma oportunidade de reconhecer e encarar esse problema de frente, de entender os motivos que levaram seu amigo a engordar e, finalmente, de fazer algo a respeito. Os animais de estimação têm uma grande vantagem: eles não sabem abrir a geladeira.


Em outras palavras: é muito mais fácil fazer um cão gordo atingir o peso ideal do que fazer o mesmo com um ser humano. Motivos que levam as pessoas a engordar, como estresse profissional, frustrações pessoais, TPM, ansiedade, baixa auto-estima, não valem para os cães. Tire proveito disso! Você tem total controle sobre a dieta e sobre o peso de seu amigo peludo. Exercitar esse controle é mais simples do que parece. Basta instituir uma dieta caseira adequada para perda de peso e corrigir alguns maus hábitos. E pode confiar: seu cachorro não vai deixar de te amar por isso.


Pelo contrário: ele vai te amar por mais tempo, já que está comprovada a relação entre peso ideal e longevidade.


Fatores que levam à obesidade


Quando se dão conta de que o cão está obeso, muitos donos se perguntam como foi que o pet chegou a esse ponto. “Dei comida demais?” “Será que é a genética da raça?” Afinal, ninguém planeja engordar o cão intencionalmente. Mas a verdade é que não existe um único agente determinante. Em geral uma confluência de fatores está por trás do aumento de peso dos cães. Veja a seguir quais são e saiba como contorná-los:
Excesso de calorias


Ganho de peso é balanço positivo, uma questão quase matemática. Quando a ingestão de calorias supera a demanda, o organismo tende a armazenar essa energia extra na forma de gordura. Mas de onde pode estar vindo o excesso de calorias?
Deixar a comida à vontade


Encher a vasilha do cachorro até a boca e esperar que ele regule o próprio consumo é a maior roubada. Com um centro da saciedade falho, os cães são capazes de comer muito além de seus requerimentos fisiológicos. Ser uma draga é uma vantagem na Natureza, já que o canídeo é um predador oportunista que precisa sobreviver a períodos de escassez. Mas o cão doméstico recebe alimento todo dia sem fazer esforço, e essa gula acaba sendo um um problema. Racionar a alimentação do cão adulto em pelo menos duas refeições diárias, de acordo com sua idade e peso, previne obesidade e poupa dinheiro.
Porções generosas demais


A maioria dos cães devora a refeição em segundos. Diante de um olhar que parece implorar por mais, muitos donos exageram nas porções. É inútil fazer isso, pois fato é que a maior parte dos cães nunca está satisfeita.


O cão comerá até se tornar um obeso mórbido e mesmo assim não estará satisfeito. Melhor dar carinho quando ele fizer cara de “quero mais”. No futuro ele vai te agradecer por estar no peso certo!

“Lanchinhos” e petiscos


Nunca deixe de considerar os “extras” oferecidos entre as refeições. Eles somam calorias à dieta e podem pôr a perder o melhor dos regimes. Pedacinhos dos lanches que os donos estão comendo podem parecer pouca coisa para um humano. Mas imagine o que representam para um cão de pequeno!


Mesmo inocentes frutas podem engordar, dependendo do porte do cão e da quantidade oferecida. Além disso, dar petiscos sem motivo reforça o comportamento de implorar comida fora de hora e pode acarretar desequilíbrios à dieta. O truque é não interpretar todo pedido de atenção do cão como uma manifestação de que ele está com fome. Ele pode estar simplesmente querendo atenção.


Você pode recompensá-lo de outras formas. Um bom passeio, uma sessão de brincadeiras ou uma gostosa escovada são gratificantes para o cão e duram mais que o prazer relâmpago de engolir um pedaço de comida.


Muitos cães adoram lamber gelo, um “petisco” sem calorias. Se a abolição dos lanchinhos não for possível, opte por petiscos pouco engordativos, como rodelas de cenoura crua, pedaços de maçã sem sementes, ossos crus grandes ou pedacinhos de queijo branco light. Se o cão estiver muito acima do peso, desconte esses extras do total diário de alimentos. Procure limitar os extras a 5 a 10% da dieta total.


Observação: é importante conversar com todos da casa – vovó, criancinha, funcionários – para que todo mundo colabore com o regime do cão.
Alimentar uma vez ao dia


Com a correria do dia-a-dia, muita gente tem esse hábito. Oferecem de uma vez ao cão a porção do dia todo. Recebo e-mails perguntando se com dieta natural é possível fazer isso. Respondo que, independentemente do tipo de dieta (se industrializada, se caseira cozida ou crua), não é recomendável oferecer apenas uma refeição ao dia. Dados epidemiológicos mostram que uma grande porcentagem dos cães obesos é alimentada dessa forma.


O dono acaba exagerando no tamanho da porção. O cão, claro, come tudo de uma vez. Fica sujeito à torção gástrica, condição potencialmente fatal caracterizada pela distensão e rotação do estômago sobre o próprio eixo. E na melhor das hipóteses, tem indigestão, gases e diarréia, além de mal estar. Para cães adultos, o correto é dividir o total diário de alimentos em pelo menos duas refeições.
Dieta inapropriada


Algumas vezes os cães engordam não porque os donos oferecem petiscos demais, ou porções grandes demais, ou os alimentam apenas uma vez ao dia. Mas porque a dieta não está corretamente formulada ou balanceada. Veremos a seguir que, em geral, cães castrados, idosos, sedentários e raças predispostas à obesidade, entre outros, requerem uma dieta com menos calorias.


A dieta natural clássica, à base de meaty bones e sem adição de carboidratos, costuma enxugar sem esforço os quilinhos extras da maioria dos cães. Em contrapartida, uma dieta caseira rica em alimentos gordurosos ou em carboidrato (arroz branco, frutas), e/ou pobre em fibras é a receita para engordar cães com requerimentos energéticos modestos. Mais à frente veremos como deve ser formulada a dieta caseira para perda de peso.
Problemas comportamentais


Algumas pessoas relatam que não conseguem controlar o tamanho das refeições porque seus cães ficam bravos quando têm a porção de comida reduzida. De fato, assim como as pessoas, cães podem ficar mais agitados e ansiosos quando estão de dieta.


Veremos que é possível driblar isso com uma dieta adequada – rica em fibras, que produz maior saciedade – oferecida várias vezes ao dia. E com distrações, como passeios e brincadeiras. Mas os cães não devem ficar agressivos. Se isso acontecer é porque há problemas na relação cão-dono. Nesse caso, um especialista em comportamento canino deve ser consultado.

Falta de atividade física


O exercício físico é tão importante que muitas vezes sozinho consegue prevenir ou combater o ganho de peso. Cães que praticam atividade regularmente evitam perda óssea e desenvolvem a musculatura (massa magra). Mais músculos = um metabolismo mais acelerado, consumidor de mais energia.


Porém, o fato de boa parte dos cães viver em áreas pequenas, como apartamentos, limita muito o gasto de energia. Se o cão não se exercita, basta um teor moderado de calorias na dieta para provocar ganho de peso.


Cães de porte pequeno até conseguem ter suas necessidades supridas em espaços menores – embora os passeios diários ofereçam estímulo físico e mental bem-vindo.


A vida em apartamento é um problema mesmo para cães médios e grandes, que não têm espaço para correr. Para manterem o peso ideal (sem falar na sanidade mental), a atividade física diária é fundamental para esses cães. E não basta dar uma voltinha no quarteirão. Estamos falando de exercícios intensos, com duração de pelo menos 40 minutos, ao menos uma vez ao dia – inclusive aos finais de semana.


Importante: jamais dê início a uma rotina de exercícios de forma abrupta. Cães sedentários e acima do peso costumam estar fora de forma. A combinação “excesso de peso + exercício extenuante” pode prejudicar as articulações e ligamentos. Comece de maneira gradual e prefira atividades de baixo impacto, como caminhada, natação ou hidroesteira.
Cão que rouba comida de outro cão, do gato (ou do dono)


A dieta industrializada para gatos é extremamente atraente ao paladar canino e a maioria dos donos costuma deixá-la à disposição o dia todo. É preciso que seja mantida totalmente fora do alcance dos cães.


Dois ou mais cães comendo juntos também não é boa idéia. O mais voraz sempre fica de olho e tenta roubar a comida dos outros. Para evitar brigas e desbalanços nutricionais, a melhor saída é separar os cães até que todos tenham terminado.


Por último, há cães que assaltam a fruteira ou roubam comida de cima de mesas e bancadas. Um bom adestramento ajuda. Mas poucos cães resistem à comida dando sopa, portanto tire-a de vista.
Predisposição racial


Embora todos os cães possam se tornar obesos, algumas raças engordam têm uma facilidade impressionante. Essa predisposição é ditada pela genética.


Dentre os cães de pequeno porte podemos citar os Beagles, os Dachshunds e os Pastores de Shetland; entre os de porte médio, o Cocker Spaniel e o Basset Hound; e entre os grandes e gigantes, o Labrador, o Golden e o Bernese Mountain Dog. Galgos como o Whippet, o Greyhound e o Saluki são os sortudos nesse aspecto, ficam esbeltos sem tanto esforço.


O Labrador parece ser a raça com a maior tendência a engordar. A obesidade nos exemplares está tão corriqueira que muitos donos e até veterinários acham que é “normal o Labrador ser gordinho”. A raça tem uma massa de gordura maior do que outras raças e um metabolismo basal mais baixo que o do Cocker Spaniel. Em outras palavras, se um Labrador não se exercita, uma quantidade relativamente pequena de comida é o suficiente para ele ficar uma bola.

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